Em defesa da intercultura

Depois da lei de diretrizes e bases da educação, as escolas desfrutam de uma ampla margem de descricionaridade em sua atividade docente, o qual constitui um elemento positivo à hora de se adequar às diferentes necessidades de seu alunado. No entanto, a falta de formação adequada dos docentes por um lado, e a inexistência de consigna específicas a seguir pelo outro, deixam os propósitos interculturais em um plano meramente teórico, limitado a uma “declaração de boas intenções”.

Por isso, a idéia geral é que as administrações educativas deveriam tomar um papel mais ativo no processo de abertura “intercultural” no campo do ensino, contribuindo recursos e formação e fixando uns objetivos mínimos e diretrizes a cumprir.

É importante que existam suportes para a preparação de docentes para cultura regional paulista, a cultura indígena, a cultura africana, a cultura nordestina, a cultura oriental, a cultura européia, a cultura andina e latina, para que todas as culturas que formaram nossa cidade sejam observadas.

Estaremos cobrando para que todas as atividades interculturais sejam observadas, estudadas e aprovadas na câmara dos vereadores e cobrarei pessoalmente para que o futuro prefeito de São Paulo, assim como da pessoa que assumir a Secretaria da Educação, para que dê suporte correto a todos os professores e professoras do município para desenvolverem cada vez melhor seus trabalhos na formação de um ser humano mais completo.

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