Espaços de Convivência – Precisamos vivenciá-los

parque-augustaPara que possamos exercer os bons sentimentos na cidade, é necessário interagir e integrar o município, e os espaços de convivência são importantes, ideais para construção da harmonia entre as pessoas.

Quando estivemos junto do  Parque Augusta para abraçá-lo, não pensava apenas no Parque Augusta, mas em todas as áreas verde  e de convivência que perdemos na cidade.

Preservar os espaços de convivência é muito além de preservar as poucas áreas verdes disponíveis na cidade, promovendo equilíbrio térmico, favorecendo o ciclo das chuvas e minimizando problemas climáticos nessa cidade tão prejudicada por políticas públicas construídas sem se pensar no futuro, sem consultar profissionais especializados nas mais diferentes áreas para que juntos, se desenvolvam propostas reais, possíveis e que façam o que precisa ser feito: favorecer as pessoas como um todo e não apenas grupos de controle financeiro.3161223541-praca-ragueb-chohf-no-centro-de-sao-paulo-com-acesso-restrito-ao-publico-antes-de-retirada-de-grades

Quando pensamos em espaços de convivência, como o além ambiente, pensamos no acesso das pessoas a estas áreas, devemos lembrar que de nada adianta termos praças se a população não pode ter acesso pleno a estas, se por falha na condução de políticas públicas adequadas para conservação, como também para segurança, falha na facilitação do acesso e de programas ambientais, culturais e/ou esportivos que ocupem estes espaços de convivência.

fernando costa Quando pensados para atender com amplitude, os espaços podem ser adequadamente ocupados, distribuídos e cuidados, e com apoio da sociedade, podem ser espaços para viver bem, podem ser espaços para que os sentimentos se tornem reais. Ajudando crianças, jovens, adultos, idosos a conviverem com harmonia, e assim, tornando possível que exista uma redução possível, sensível e gradual do estresse, da violência e da ausência de amor.

Sim, acreditamos ser possível, acreditamos que há amor em São Paulo, e somente quando investimos em espaços de convivência em harmonia com a natureza, poderemos fazer ser possível que a Força dos Bons Sentimentos seja perceptível a cada um de nós paulistanas e paulistanos de nascença ou por opção.

 

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