O que são os ODS?

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são uma agenda mundial com 17 objetivos e 169 metas.

De acordo com os objetivos e metas, são previstas ações mundiais nas áreas de erradicação da pobreza, segurança alimentar, agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura, industrialização, entre outros.

Os temas podem ser divididos em quatro dimensões principais:

  1. Social: relacionada às necessidades humanas, de saúde, educação, melhoria da qualidade de vida, justiça.
  2. Ambiental: trata da preservação e conservação do meio ambiente, com ações que vão da reversão do desmatamento, proteção das florestas e da biodiversidade, combate à desertificação, uso sustentável dos oceanos e recursos marinhos até a adoção de medidas efetivas contra mudanças climáticas.
  3. Econômica: aborda o uso e o esgotamento dos recursos naturais, produção de resíduos, consumo de energia, entre outros.
  4. Institucional: diz respeito às capacidades de para colocar em prática os ODS.

 

Como avançar nos ODS?

O monitoramento das metas e as ações para atingi-las dependem cada vez mais de indicadores desagregados e detalhados por grupos de população e condição de vulnerabilidade (idade, renda, gênero, raça/cor), a fim de reconhecer a desigualdade tal como ela se apresenta.

O nosso desafio é fomentar políticas públicas na cidade de São Paulo. É preciso avançar e, para isso, o envolvimento do município de São Paulo é condição fundamental e por isso estamos abertos a participação popular.

Será necessário rever o papel da sociedade civil e estamos abertos a isso, através do mandato coletivo. Sem organizações, coletivos e movimentos atuantes no acompanhamento das metas, na proposição de soluções e alternativas, agindo em coordenação com as instâncias de participação e controle social (conselhos, Poder Legislativo, Ministério Público) para cobrar e propor políticas públicas também diminuem as chances de sucesso da nova agenda.

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